Bloco pede intervenção urgente da IGAL no caso do Ecoparque de Trajouce
Os candidatos do Bloco de Esquerda às Câmaras de Cascais, Oeiras e Sintra estiveram hoje reunidos com o Chefe de Gabinete do Secretário de Estado do Ambiente, para obterem esclarecimentos sobre o grave problema ambiental que se vive no Ecoparque de Trajouce.
Neste encontro, que acontece depois do Bloco ter reunido, no inicio do mês, com o presidente da Tratolixo (empresa intermunicipal de tratamento dos resíduos de Cascais, Sintra, Oeiras e Mafra, onde as respectivas Câmaras são accionistas e nomeiam os seus administradores), ficou claro que não haverá qualquer actuação por parte do Ministério do Ambiente para que sejam apuradas as responsabilidades sobre o grave atentado ambiental cometido no Ecoparque e impor transparência na gestão desta empresa, remetendo para as Câmaras essa competência.
Como as Câmaras não estão a assumir as suas responsabilidades, o Bloco de Esquerda irá solicitar a intervenção da Inspecção Geral da Administração Local (IGAL), com carácter de urgência, para que seja possível realizar uma fiscalização sobre a AMTRES (associação intermunicipal que criou a Tratolixo) e as Câmaras que dela fazem parte.
Durante 20 anos foram-se sucedendo os actos de má gestão no Ecoparque de Trajouce por parte da Tratolixo, deste a falta de licenciamento, até à deposição ilegal de 150 mil toneladas de resíduos, um problema ambiental que põe em causa o bem comum e saúde pública.
A deposição ilegal de resíduos na Tratolixo lesou o interesse das populações, que, além de terem pago pelo mau serviço que lhes foi prestado, terão agora de pagar pela reconversão ambiental que urge fazer e que custará, no mínimo, 3,5 milhões de euros.
O Bloco exige ainda a demissão dos administradores da Tratolixo que transitaram dos anteriores organismos de gestão, bem como a realização de uma auditoria independente à Tratolixo, para apuramento de responsabilidades sobre o acontecido e aplicação estrita da lei sobre os mesmos.
Durante 20 anos foram-se sucedendo os actos de má gestão no Ecoparque de Trajouce por parte da Tratolixo, deste a falta de licenciamento, até à deposição ilegal de 150 mil toneladas de resíduos, um problema ambiental que põe em causa o bem comum e saúde pública.
A deposição ilegal de resíduos na Tratolixo lesou o interesse das populações, que, além de terem pago pelo mau serviço que lhes foi prestado, terão agora de pagar pela reconversão ambiental que urge fazer e que custará, no mínimo, 3,5 milhões de euros.
O Bloco exige ainda a demissão dos administradores da Tratolixo que transitaram dos anteriores organismos de gestão, bem como a realização de uma auditoria independente à Tratolixo, para apuramento de responsabilidades sobre o acontecido e aplicação estrita da lei sobre os mesmos.
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